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Oficina em Brasília valida indicadores do SISREDD+

Publicado: Sexta, 03 de Agosto de 2018, 12h09 | Última atualização em Quarta, 15 de Agosto de 2018, 15h15

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Grupo trabalhou três dias na validação de indicadores para o Sistema de Informações sobre Salvaguardas (SISREDD+)

 

Foi realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto a etapa Brasília da Oficina de Desenvolvimento da Metodologia de Avaliação das Salvaguardas de REDD+, evento que buscou aprofundar na caracterização dos indicadores construídos nas rodadas anteriores. O trabalho contou com um grupo diverso, parte dele já envolvido nas oficinas regionais, somado a nomes de profissionais experientes na área ambiental, com objetivo de definir as métricas dos indicadores.

No passado, as bem-sucedidas ações de combate ao desmatamento desenvolvidas pelo país, sobretudo no bioma Amazônia, geraram resultados elegíveis para o início da implementação de REDD+ no Brasil. Faz parte dos requisitos de acesso aos recursos de REDD+ que o Brasil demonstre em que medida as salvaguardas de REDD+ tem sido consideradas e respeitadas. Após a disponibilização do I Sumário de Salvaguardas em 2014, o Brasil se dedicou a organizar melhores insumos para o segundo sumário a ser encaminhado à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), desta vez com apoio da Câmara Consultiva Temática sobre Salvaguardas e com contribuições da sociedade. Como resultado o II Sumário foi encaminhado recentemente à UNFCCC e está disponível para download.

Em três dias de trabalho foi possível constatar o engajamento dos diferentes atores na construção de REDD+ no Brasil, sobretudo no tema salvaguardas. Em sua fala na mesa de abertura, o representante do Ministério de Relações Exteriores Luiz Andrade salienta o nível de ambição do Brasil ao optar por construir o SISREDD+ de forma participativa. O representante da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil Élcio Manchineri complementa, apontando para a importância da representação qualificada de povos indígenas no processo e na oficina por meio de instituições como Conselho Indígena de Roraima (CIR), Grupo de Trabalhos Amazônicos (GTA) e Federação dos Povos e Organizações Indígenas do Mato Grosso (FEPOIMT). O diretor do Departamento de Florestas e Combate ao Desmatamento Jair Schmitt considera o fundamental o esforço conjunto para uma melhor compreensão sobre as salvaguardas de Cancun, uma vez que é requisito para a captação de recursos internacionais na escala que o Brasil requer para desenvolvimento de suas políticas florestais.

Como próximos passos, os resultados das oficinas será organizado para a discussão em um seminário nacional, com data provável para 12 e 13 de novembro. O portal REDD+ Brasil trará novas informações sobre o evento.

 

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