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Cooperação Sul-Sul para REDD+

Publicado: Quinta, 29 de Setembro de 2016, 10h26 | Última atualização em Quarta, 14 de Junho de 2017, 18h43

Reconhecida internacionalmente, a experiência brasileira na elaboração e implementação de políticas eficazes de proteção florestal e de sistemas de monitoramento da cobertura vegetal que permitem acompanhar os avanços das políticas públicas de combate ao desmatamento motiva convites de vários países para compartilhamento de conhecimento e estabelecimento de parcerias para capacitação técnica e institucional. Considerando ainda os diferentes estágios de estruturação dos componentes que envolvem a operacionalização da agenda de REDD+ nos países em desenvolvimento, abre-se uma janela de oportunidade para iniciativas de cooperação e troca de experiências entre os mais de 60 países que implementam esse instrumento. Nesse contexto, o Governo do Brasil identifica na Cooperação Sul-Sul uma importante ferramenta para compartilhar experiências e colaborar com outros países em desenvolvimento na implementação da agenda de mudança do clima e florestas, com foco na temática de REDD+.

Atualmente, o Ministério do Meio Ambiente está trabalhando em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), que integra a estrutura do Ministério das Relações Exteriores (MRE), no desenvolvimento de um “Programa Brasileiro de Cooperação Sul-Sul em Mudança do Clima e Florestas” com foco em REDD+ que dedicará atenção a iniciativas de cooperação com países em desenvolvimento da África e da América do Sul, em especial lusófonos. O estabelecimento de um Programa de Cooperação Sul-Sul em REDD+ será para coordenar e melhor atender a demandas feitas por países interessados em conhecer a experiência brasileira na implementação do Marco de Varsóvia para REDD+.

Nesse momento, o Brasil ainda é o único país a preencher todos os requisitos e a ter seus resultados de REDD+ divulgados pela UNFCCC no portal Lima Information Hub, estando portando, elegível a iniciar o processo de captação de recursos. Isso possibilita ao governo brasileiro um protagonismo mundial na implementação da agenda de REDD+. Vale ressaltar também, a relevância da temática especialmente após os desdobramentos da COP-21 e da comunicação da NDC brasileira. Nesse contexto e em linha com a NDC, o Programa de Cooperação Sul-Sul pode gerar soluções para desafios comuns, reforçar as capacidades institucionais, técnicas e científicas, e promover o alinhamento dos países em desenvolvimento para as negociações internacionais sobre mudança do clima.

Clique aqui para conhecer as linhas gerais de atuação para a implementação de ações de Cooperação Sul-Sul em REDD+ propostas pelo governo brasileiro.

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